terça-feira, 15 de maio de 2007

Para ti, apenas flores...as tuas flores de papel




















Meu amor, que saudade!
O dia surge sempre acinzentado
Como se houvesse nuvens negras
A turvar o brilho do Sol
Que iluminava a nossa vida.
Hoje, já nada tem esse fulgor
Em vez de alegria, está apenas dor
E a vontade, a esperança vão morrendo.
Partiste. Fiquei só e sem rumo,
Os dias e as noites indistintos,
O querer e o fazer descontrolados,
O frio, o gelo, a neve no meu corpo...
Ah! Quem pudera! Se pudesse
Ter-te aqui sempre a meu lado
Tudo despertaria no meu ser!
E então, custasse o que custasse,
Nunca, nunca mais, mas mesmo nunca,
Iria deixar-te entristecer...

2 comentários:

Miosotis disse...

Olá!
Obrigada pelo esclarecimento mas de facto desconhecia por completo este homónimo de Sir Robert Baden-Powell, lider do escutismo mundial.
Estamos sempre a aprender....
E de escutismo percebo qualquer coisita....:)))
Beijos!

P.S. Gostei deste teu novo post.
Vou reler.

Joaquim Marques disse...

Olá
Agradeço-lhe as gentis palavras que me deixou no blog.
Demorei a responder à sua visita porque quis ler atentamente o que tem publicado, nos escritos e nas pinturas. Deus deu-lhe esse dom!
Joaquim