sábado, 22 de janeiro de 2011
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Sem força e sem alma...
Sonhei tanta coisa acordada
Sonhei tanta coisa a dormir
E hoje não me resta nada
Senão um enorme sentir...
E sentir (ou pensar) dilacera
E mói, e fere, intimida...
E vai ficando uma mágoa enorme
Que nos cansa do Sol
E nos farta da vida...
Etiquetas:
Acrílico sobre tela
terça-feira, 24 de agosto de 2010
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
sexta-feira, 9 de julho de 2010
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Ainda a saudade...

Imagem retirada da net via google imagens
Mais um dia surge no horizonte
Mais uma vez acordo sem te ver
E a minha alma, doente, caminhando
Vai trilhando as ruas do dever...
.
A vida perde sentido a cada hora
A vida perde sentido a cada hora
O Sol não tem o brilho de outros dias
As forças vão ficando entorpecidas
E a vontade, cada dia, vai embora.
Quero erguer a cabeça e lutar
Quero ser forte, conseguir ser eu de novo
Mas o mundo lá fora é agressor
Não sei se quero, se conseguirei,
Continuar a luta, sem ti, ó meu amor!
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Bom Ano de 2010
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Palavras...

Para que eu te ouça, as tuas palavras
Têm de sair suaves como o canto da ave
Que sobrevoa o rio no fim de uma tarde de Verão...
................................
Mas as tuas palavras estão longe, tu o dizes
Apesar do aconchego das minhas, que não ouves,
Mesmo que te sussurre ao ouvido.
.......................
Solta o teu arrependimento, derruba essas paredes
E voltarás a ouvir as palavras que te digo...
Não te refugies, solta a imaginação
E deixa que preencha esse vazio, essa solidão...
................
Junta as peças dos sonhos que tu próprio desfizeste
E contrói um novo sonho, nas asas deste amor.
.......................
Não escuto outras vozes, nem ouço as tuas súplicas!
Quero-te reerguido, que lutes, que venças!
Depois, ouvir-te-ei, seguirei teus passos
Iremos junto ao rio, beberemos na fonte
Saciaremos a sede, calaremos as aves.
...................
As minhas mãos dar-te-ão a calma de que precisas
Os teus olhos verão o brilho do meu rosto
E verás, então, como é linda esta amizade
Cantada nesta tarde calma de Agosto.
"Brincadeira" em torno de um poema de um amigo.
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