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segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Palavras...



Para que eu te ouça, as tuas palavras
Têm de sair suaves como o canto da ave
Que sobrevoa o rio no fim de uma tarde de Verão...
................................
Mas as tuas palavras estão longe, tu o dizes
Apesar do aconchego das minhas, que não ouves,
Mesmo que te sussurre ao ouvido.
.......................
Solta o teu arrependimento, derruba essas paredes
E voltarás a ouvir as palavras que te digo...
Não te refugies, solta a imaginação
E deixa que preencha esse vazio, essa solidão...
................
Junta as peças dos sonhos que tu próprio desfizeste
E contrói um novo sonho, nas asas deste amor.
.......................
Não escuto outras vozes, nem ouço as tuas súplicas!
Quero-te reerguido, que lutes, que venças!
Depois, ouvir-te-ei, seguirei teus passos
Iremos junto ao rio, beberemos na fonte
Saciaremos a sede, calaremos as aves.
...................
As minhas mãos dar-te-ão a calma de que precisas
Os teus olhos verão o brilho do meu rosto
E verás, então, como é linda esta amizade
Cantada nesta tarde calma de Agosto.

"Brincadeira" em torno de um poema de um amigo.

domingo, 26 de julho de 2009

Momentos...




As rugas são os caminhos por onde a experiência que chega encontra as ilusões que se vão.
Autor: Petit-Senn , Jules

sábado, 20 de junho de 2009



Queria ter a paz destas águas e a liberdade destas aves...


domingo, 14 de junho de 2009

Ponte(s)...


"Enquanto o poço não seca, não sabemos dar valor à água."
(Thomas Fuller)