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sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Sem força e sem alma...


Sonhei tanta coisa acordada
Sonhei tanta coisa a dormir
E hoje não me resta nada
Senão um enorme sentir...
E sentir (ou pensar) dilacera
E mói, e fere, intimida...
E vai ficando uma mágoa enorme
Que nos cansa do Sol
E nos farta da vida...

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Acrílico sobre Tela



Este quadro teve sete ou oito formas. Acabou por ficar como está à esquerda, mas... hoje, dia 14, adormeceu assim (à direita)!


Com o desejo de uma boa Páscoa para todos!


sexta-feira, 3 de abril de 2009

Abril Colorido


sexta-feira, 27 de março de 2009

Acrílico sobre tela

Pode ver os meus quadros em http://pensotalvezexista.artelista.com/


De 15 a 29 de Abril, Exposição no Átrio Principal do Hospital Rainha Santa, em Torres Novas.

domingo, 28 de setembro de 2008

Divagação outonal...


quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Novelo de sentimentos...

Acrílico sobre tela - 2008


A luz surge promissora
Empurra a noite de breu
Contudo, o meu coração
Permanece preso ao teu.
*
Sinto saudade infinita
Aliada à solidão
Por mais que faça ou inove
Não encontro a solução.
*
Por vezes dão-me conselhos
Que ouço com atenção
Mas não passam de palavras
Cheias de boa intenção.
*
Não sei já fazer projectos
Nem quero sonhos no ar
Sonhei tanta, tanta coisa
Que não pude realizar.
*
Vou vivendo o dia a dia
Sem lutas descomunais
Pensando nos nossos filhos
Na família e pouco mais.
*
Já perdi as ilusões
Já pouco espero da vida
Quero só alguma paz
E não me sentir perdida.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Meus traços e pintadelas...

sábado, 20 de outubro de 2007

Outono


Se deste outono uma folha,
apenas uma, se desprendesse
da sua cabeleira ruiva,
sonolenta,
e sobre ela a mão
com o azul do ar escrevesse
um nome,
somente um nome,
seria o mais aéreo
de quantos tem a terra,
a terra quente
e tão avara
de alegria.

Eugénio de Andrade

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Acrílico sobre tela...

O mesmo quadro, já modificado...


De regresso aos pincéis... Sem muita vontade e pouca inspiração.




quarta-feira, 1 de agosto de 2007

Vida

Quando a vida nos sorri
Numa paleta de cores
Perdemos o nosso tempo
Com projectos, com rancores,
Com poupanças, com receios,
Com ódios ou desamores.
Se a vida perde o sorriso,
Se guarda todas as cores,
Queremos voltar atrás,
Projectamos a mudança,
Rejeitamos coisas más,
Fazemos promessas vãs...
Mas nem sempre o tempo cede
Nem o destino se altera.
Ficam projectos caídos,
Ficam turvas as manhãs,
Fica na paleta o preto
Com pinceladas fugazes.
Resta a monotonia,
Resta o viver ao sabor
Do tempo, do destino,
Da ausência do amor!
A vida não pode ser
Um projecto a longo prazo
A vida é para viver
Não amanhã, mas agora.
A vida é para gastar
Antes que ela vá embora.

sábado, 28 de julho de 2007

Verdes...


Que o fim de semana seja agradável para todos. Que sobrevivamos a este calor!

terça-feira, 24 de julho de 2007

A voz do silêncio

Hoje sou apenas silêncio,
Sou monólogo constante,
Sou o som do desgosto.
Hoje, queria ter-te aqui,
Tocar o teu rosto,
Afagar as tuas mãos,
Numa vertigem louca.
Queria percorrer o teu corpo,
Contar-te os meus segredos,
Partilhar os meus projectos,
Sentir na minha a tua boca.
Queria tanta coisa!
Era um sonho promissor!
Agora, restam a solidão,
A ausência e esta grande dor.

domingo, 22 de julho de 2007

Alfazema

"Eu sei, meu amor, que nem chegaste a partir, pois tudo em meu redor me diz que estás sempre comigo..."


quarta-feira, 18 de julho de 2007

Pela noite dentro...

Acrílico sobre tela

Pormenor da tela anterior







terça-feira, 10 de julho de 2007

Momentos

Há momentos que corroem o nosso interior,
Que deixam alastrar o veneno da dúvida,
O tormento da caústica incerteza,
A angústia insuportável da dor.

Passam lentos, tão lentos
Que os relógios nos parecem atrasados,
Que parece que descemos aos infernos,
Onde somos, pelas chamas, imolados.

Alguns não têm fim - são eternos.
Outros terminam, em alegre acalmia.
E, então, o alívio é tão grande
Que parece que crescemos
E ficamos no ar a flutuar,
Sentindo paz, felicidade, alegria,
Sentindo que é então que tudo vai mudar.

Mas nem sempre assim é!
Há momentos que terminam no abismo,
Onde caímos para nunca mais voltar.
O mundo desaba, a luz extingue-se,
A vida perde todo o seu sentido.
E, por mais que penses,
Por mais que te digam o contrário,
Tudo acaba por se desmoronar.

terça-feira, 26 de junho de 2007

Traços...



Cada traço destes quadros, feitos ontem, corresponde a um dos pensamentos que me torturam dia e noite. Enquanto passo o pincel na tela, sinto-me quase que totalmente alheada do que se passa à minha volta... E isso é bom...

domingo, 24 de junho de 2007

Paisagem alentejana

Alentejo, da minh'alma, tão esquecido vais ficando...