sábado, 31 de janeiro de 2009

Primeiro quadro de 2009



segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Sem palavras...

(Açores - foto de António Soares)
Hoje, fica a foto, sem palavras. Não as tenho dominado, ultimamente. Fico-me pelo silêncio, a macerar pensamentos que insistem em me torturar...

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

O Pensamento...

(fotografia de António Soares)

O pensamento sinuoso, labiríntico,
Percorre a tranquilidade interior,
Penetra em todos os recantos,
Remexe os mais ínfimos pormenores
E agita...fere...dilacera...corrói...
Pensar e agir sem sintonia,
No silêncio, na solidão que me destrói...
O pensar a quebrar a harmonia,
A lembrar-me que é fugaz a felicidade,
Que é um sopro, uma ilusão, uma utopia,
Que é um enigma, um mistério, de verdade...

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Gatos...


Fiel, tranquilo, sempre ao meu lado, nos bons e nos maus momentos... um verdadeiro amigo!

terça-feira, 25 de novembro de 2008

PERDI A ESPERANÇA COMO UMA CARTEIRA VAZIA...

Hoje, deixo Álvaro de Campos falar por mim...

Perdi a esperança como uma carteira vazia...
Troçou de mim o destino; fiz fi
gas para o outro lado,
E a revolta podia ser bordada a missanga por minha avó
E ser relíquia da sala da casa velha que não tenho.

(Jantávamos cedo, num outrora que já me parece de outra incarnação,
e depois tomava-se chá nas noites sossegadas que não voltam.
Minha infância, meu passado sem adolescência, passaram,
Fiquei triste, como se a verdade me tivesse sido dita,
Mas nunca mais pude sentir verdade nenhuma excepto sentir o passado.)


...hoje, ontem, sempre... resta-me SENTIR O PASSADO. Ficarás sempre guardado no meu coração....

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Novos quadros - óleo sobre tela








































Estes são os últimos quadros que pintei no meio desta confusão da avaliação das escolas... Se tivesse futuro como pintora, mandava-os pintar macacos!!! Assim, resta-me penar até ao fim dos meus dias...

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Névoa

(Imagem retirada da net, via Google)

A vida escoa-se entre os dedos desatentos
O corpo refugia-se no silêncio inconsciente
A alma, perdida, procura a utopia
A esperança dilui-se, o sorriso mente...
Não se encontra norte, nem ponto final
Não se vê saída deste labirinto...
Percorrem-se os dias, as noites, os tempos
Numa embriaguês, própria do absinto...
Quisera vencer, derrotar o tédio
Quisera encontrar um sinal, um guia
Mas este cinzento, esta névoa espessa,
Não deixa que o Sol ilumine o dia...

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Lamento...

Fugaz felicidade
Porque me abandonaste?
Porque deixaste em mim
Um coração petrificado?
Porque me dás, às vezes,
A esperança de um regresso?
Não me iludas!
Não quero abrir mais feridas,
Não quero mais sofrer...
Quero apenas paz
Quero apenas esquecer...

domingo, 28 de setembro de 2008

Divagação outonal...


domingo, 21 de setembro de 2008

Domingo à tarde...